SERÁ ISTO VERDADE?
MAS QUEM DUVIDA QUE ISTO É VERDADE? ISTO E OUTRAS MAIS? COM MAIS ZEROS?
E DEPOIS, PASSANDO-NOS UM CERTIFICADO DE ATRASADINHOS MENTAIS, ANUNCIAM COM POMPA E CIRCUNSTÃNCIA QUE, PARA COMBATER A CRISE E PARA AJUDAR OS PENSIONISTAS, "COITADINHOS", AUMENTAM AS PEQUENAS PENSÕES EM 1,25%. FRANCAMENTE, NA MAIORIA DAS PENSÕES DE FOME QUE PAGAM AOS VELHOS DESTE PAÍS, A RONDAR OS 200 EUROS, O "FANTÁSTICO AUMENTO" CORRESPONDERÁ A 2 EUROS E MEIO. E SE METESSEM OS 2 EUROS E MEIO NO SÍTIO EM QUE EU ESTOU A PENSAR?
--------------------------------------------------------------------------------
O Tribunal de Contas ou outro orgão similar não supervisiona estas contas? Ou não haverá nenhum serviço que o faça? Porque isto passa-se a nível da Administração Local...
Dinheiro Público a SEM vergonha pública
Administração Regional de Saúde do Alentejo, I. P. -
Aquisição de:1 armário persiana; 2 mesas de computador; 3 cadeiras c/rodízios, braços e costas altas: 97.560,00?
Eu não sei a quanto está o metro cúbico de material de escritório mas ou estes armários/mesas/cadeiras são de ouro sólido ou então não estou a ver onde é que 6 peças de mobiliário de escritório custam quase 100 000?. Alguém me elucida sobre esta questão?
Matosinhos Habit - MH
- Reparação de porta de entrada do edifício: 142.320,00 ?
Alguém sabe de que é feita esta porta que custa mais do que a minha casa?
Universidade do Algarve
- Escola Superior de Tecnologia
- Projecto Tempus - Viagem aérea Faro/Zagreb e regresso a Faro, para 1 pessoas no período de 3 a 6 de Dezembro de 2008: 33.745,00 ?
Segundo o site da TAP a viagem mais cara que se encontra entre Faro-Zagreb-Faro em executiva é de cerca de 1700?.. Dá uma pequena diferença de 32 000 ?. Como é que é possível???
Município de Lagoa
- 6 Kit de mala Piaggio Fly para as motorizadas do sector de àguas: 106.596,00 ?
Pelo vistos fazer um "Pimp My Ride" nas motorizadas do Município de Lagoa fica carote!!
Município de Ílhavo
- Fornecimento de 3 Computadores, 1 impressora de talões, 9 fones, 2 leitores opticos: 380.666,00 ?
Estes computadores devem ser mesmo especiais para terem custado cerca de 100 000? cada...Já para não falar nos restantes acessórios.
Município de Lagoa
- Aquisição de fardamento para a fiscalização municipal: 391.970,00?
Eu não sei o que a Polícia Municipal de Lagoa veste, mas pelos vistos deve ser Haute-Couture.
Câmara Municipal de Loures
- VINHO TINTO E BRANCO: 652.300,00 ?
Alguém me explica porque é que a Câmara Municipal de Loures precisa de mais de meio milhão de Euros em Vinho Tinto e Branco????
Municipio de Vale de Cambra
- AQUISIÇÃO DE VIATURA LIGEIRO DE MERCADORIAS: 1.236.000,00 ?
Neste contrato ficamos a saber que uma viatura ligeira de mercadorias da Renault custa cerca de 1 milhão de Euros. Impressionante!!!
Câmara Municipal de Sines
- Aluguer de tenda para inauguração do Museu do Castelo de Sines: 1.236.500,00 ?
É interessante perceber que uma tenda custa mais ou menos o mesmo que um ligeiro de mercadorias da Renault. E eu que estava a ser tão injusto com o município de Vale de Cambra.
Municipio de Vale de Cambra
- AQUISIÇÃO DE VIATURA DE 16 LUGARES PARA TRANSPORTE DE CRIANÇAS: 2.922.000,00 ?
E mais uma pérola do Município de Vale de Cambra: uma viatura de 16 lugares para transportar crianças custa cerca de 3 milhões de Euros. I-M-P-R-E-S-S-I-O-N-A-N-T-E!!!!
Só para terem um termo de comparação vejam este contrato público realizado pelo Município de Ribeira de Pena que ficou um pouquinho mais em conta e aparentemente para uma viatura melhor.
Município de Beja
- Fornecimento de 1 fotocopiadora, "Multifuncional do tipo IRC3080I", para a Divisão de Obras Municipais: 6.572.983,00 ?
Este contrato público é um dos mais vergonhosos que se encontra neste site. Uma fotocopiadora que custa normalmente
7,698.42? foi comprada por mais de 6,5 milhões de Euros. E ninguém vai preso por merdas como esta?
Agência para a Modernização Administrativa, IP
- Renovação do Licenciamento de software Microsoft: 14.360.063,00 ? E para finalizar, a pérola do software proprietário. Não admira que a Microsoft goste tanto de Portugal. Mais de 14 milhões de Euros em licenças...
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
O astronauta de Mármore
A Lua inteira agora é um manto negro
O fim das vozes no meu rádio
São quatro ciclos no escuro deserto do céu
Quero um machado pra quebrar o gelo
Quero acordar do sonho agora mesmo
Quero uma chance de tentar viver sem dor
Sempre estar lá
E ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar
Sempre estar lá
E ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite vai temer o fogo
Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul
A trajectória escapa o risco nu...
As nuvens queimam o céu, nariz azul...
Desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu
Na lua o lado escuro é sempre igual...
No espaço a solidão é tão normal...
Desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu
Sempre estar lá
E ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar
Sempre estar lá
E ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite vai temer o fogo
Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul
O fim das vozes no meu rádio
São quatro ciclos no escuro deserto do céu
Quero um machado pra quebrar o gelo
Quero acordar do sonho agora mesmo
Quero uma chance de tentar viver sem dor
Sempre estar lá
E ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar
Sempre estar lá
E ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite vai temer o fogo
Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul
A trajectória escapa o risco nu...
As nuvens queimam o céu, nariz azul...
Desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu
Na lua o lado escuro é sempre igual...
No espaço a solidão é tão normal...
Desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu
Sempre estar lá
E ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar
Sempre estar lá
E ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite vai temer o fogo
Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Abraço...

Encostar a cabeça na almofada é uma tortura...
Sinto a tua falta! Estás tão perto e tão longe...
Gostava de não gostar tanto de ti! Não me devias ter abraçado naquele dia do vestido branco, aquele abraço mudou tudo... Voltei a ser a PARVA, BURRA, INOCENTE que não queria ser mais!
Acaba sempre da mesma forma... Deitada, a choramingar não sei bem porquê, a procurar o teu abraço noutros braços, o teu calor noutro corpo... FDX! Ninguém tem o teu cheiro...
Deixa-me ir... Deixa-me viver a ilusão de ser feliz com outro alguém... Ele, que julga ser amado e nada mais merecia do que alguém que o amasse...
quinta-feira, 28 de maio de 2009

Isto é um retrato fiel daquilo que serão os cidadãos do nosso país, num futuro próximo, se a educação continuar a no rumo que tem seguido nos últimos tempos........
Será que foi vôcê quem escreveu "Os Lusíadas"?
Numa manhã, a professora pergunta ao aluno:
- Diz-me lá quem escreveu "Os Lusíadas"?
O aluno, a gaguejar, responde:
-Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui.E começa a chorar.
A professora, furiosa, diz-lhe:
-Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.
Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
- Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu "Os Lusíadas" e ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele...
Diz o pai:
- Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão...
Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da G.N.R., diz-lhe o comandante:
- Parece que o dia não lhe correu muito bem...
- Pois não. Imagine que perguntei a um aluno quem escreveu "Os Lusíadas".Respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar.
O comandante do posto:
- Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um "aperto", vai ver que ele confessa tudo!
Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá, a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
- Então o dia correu bem?
- Ora, deixa-me cá ver. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu "Os Lusíadas". Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele,e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da G.N.R. quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de fazer a isto?
O marido, confortando-a:
- Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver quese calhar foste tu e já não te lembras...!
Uma gaja do Norte tem direito a brincar com estas coisas...

Três amigas alentejanas :
Três amigas alentejanas estavam na conversa, quando uma delas comenta com a outra sobre as suas relações sexuais com o marido:
-Nunca te aconteceu, quando fazes amor com o Carlos, tocares nos tomates dele e estarem frios?
A outra responde:
-Sim, sempre que nós fazemos amor eu percebo que estão frios.
-E tu, quando o fazes com o Rafael?
-Sim, estão sempre frios! Responde a outra.
Nisto, diz a alentejana loira:
-Bom, nunca parei para reparar nesse detalhe mas, esta noite, quando tiver com o Maneli, vou tocá-los para ver.
-Está bem, então amanhã contas como é! Dizem as outras.
No dia seguinte, a alentejana loira aparece toda cheia de hematomas, os olhos roxos e sem alguns dentes. As amigas ficaram surpreendidas, perguntaram o que lhe aconteceu e a outra responde muito nervosa:
-A culpa é toda vossa!!!
-Mas porquê? Perguntam as amigas.
-Porque quando toquei nos tomates do Maneli dissse: "Ai Maneli, porque é que tu nã tens os tomates frios como os do Carlos e os do Rafaeli?"...
Esta chegou por e-mail

Da geração rasca para geração merda (vale a pena ler....)
Se forem muito sensíveis não leiam! Se forem no mínimo curioso(a)s... então aventurem-se e não se indignem com meia dúzia de impropérios, porque o que interessa é a ideia final….e essa… está muito boa!!!
"A SIC montou uma gigantesca campanha de promoção para a sua nova série/novela/monte de merda, que dá pelo nome de Rebelde Way.Depois de anos a apanhar bonés, percebeu que a melhor maneira de combater a morangada da TVI era...imitar. É lógico. Era inevitável.Depois de 20 minutos a ver a nova série (o que me provocou uma crise de cólicas da qual só um dia depois começo a recuperar) sinto-me preparado para uma análise.Bora lá.
A fórmula é a mesma nos dois canais. Aqui fica a receita:
1 - Pitas boas. Muitas, quanto mais descascadas melhor (as séries de verão são, naturalmente, as melhores, porque eles vão todos juntos para a praia).
2 - Gajos "estilosos". A coisa divide-se em dois: há aqueles que têm quase 30 anos mas fazem de adolescentes, e depois há os que são mesmo adolescentes. Estes últimos são aqueles que se levam a sério enquanto "actores". O requisito essencial para qualquer gajo que entre nestas séries é ter um penteado ridículo.
3 - O Rebelde Way tem gajas do norte. Fazem de gajas daqui, mas aquele sotaque é fodido de perder. Fica ridículo, mas as gajas são boas.
4 - Nos Morangos, a palavra "pessoal" é dita 53 vezes por minuto, normalmente inserida nas frases "Eh pá, pessoal!", no início de cada conversa, ou então "Bora lá, pessoal", antes do início de qualquer actividade.
Agora vamos à bosta que a SIC acabou de parir, com pompa, circunstância, varejeiras e mau cheiro. Chama-se Rebelde Way. Cool, man! O slogan dos Morangos era "Geração Rebelde", mas a inspiração deve ter vindo de outro lado, de certeza. O que me irrita na poia da SIC é que os gajos são todos betinhos (até os mânfios são todos giros e cool e com uma caracterização ridícula, como se fossem a um baile de máscaras vestidos de agarrados ou arrumadores de carros). Mas depois são bué rebeldes. São bué mauzões, man! A brincar com os seus iPhone, com as suas roupinhas fashion, grandes vidas, mas muita mauzões.
Se há algo que esta geração de morangada não pode ser, não tem direito a ser, é ser rebelde.
Rebelde porquê, contra quê?
Nunca houve em Portugal geração mais privilegiada do que a actual, à qual esses putos pertencem.
Nunca qualquer puto teve tanta liberdade e tanta guita no bolso como esta malta. Nunca as pitas foram tão boas e tão disponíveis para foder com a turma inteira como agora.
Nunca houve tamanha liberdade de mandar os pais à merda e exigir uma melhor mesada porque é altura dos saldos.
Rebelde porquê? Em nome de quê?
É claro que isto são pormenores com os quais as novelas não se deparam, nem têm de o fazer. O objectivo é simples: para uma geração tão privilegiada como aquela que é retratada, há que criar uma rebeldia fictícia, porque não é cool ser dondoca aos 16 anos. Mas é o que todos eles são.
Há uns tempos vi, no Largo do Carmo, um bando de uns 15 putos e pitas, vestidos à "dread" com roupinha acabada de comprar na "Pepe Jeans". Um dos putos que ia à frente, não devia ter mais de 16 anos, vem a falar à idiota como se fosse dono da rua, saca duma lata de tinta e escrevinha qualquer coisa de merda na parede. Todos se riram, todos adoraram, e ele foi, durante cinco minutos, o maior do bairro. Não fiz nada, mas devia ter-lhe partido a boca toda.
Todas as últimas gerações antes desta (incluindo a minha, a Geração Rasca, que se transformou na Geração Crise - bem nos foderam com esta merda) tiveram de furar, de lutar, de fazer algo. Havia uma alienação mais ou menos real, que depois se podia traduzir nalguma forma de rebeldia. Não era o 25 de Abril como os nossos pais. A nossa revolução é a dos recibos verdes e da consolidação orçamental. Mas esta morangada sente-se, devido à merda que a televisão lhes serve e aos paizinhos idiotas que (não) a educaram, que é dona do mundo. Quando já és dono do mundo, vais revoltar-te contra quem? E por que raio haverias de o fazer?!
E assim vamos nós. Com novelas de putos "rebeldes", feitas por "actores" cujo momento de glória é entrar numa boys band ou aparecer de cú ao léu na capa da FHM, ensinando a todos os outros putos que temos que ter cuidado com as drogas (mas todos os agarrados são limpinhos, assépticos, com os mesmos penteados ridículos), que a gravidez adolescente é má (mas todas as pitas querem foder à grande, porque são donas da sua própria vida e os pais não sabem nada, etc) e que, sobretudo, este mundo lhes deve alguma coisa. Os tomates!
A mim e aos meus, o mundo deve alguma coisa. Aos que foram atrás da merda do canudo para trabalhar num call center, aos que se matam a trabalhar e são forçados a ser adultos antes do tempo. Não a esta cambada de mentecaptos.
E depois estas séries vão retratando "problemas sociais da juventude", afagando a consciência de quem "escreve" aquela merda, enquanto ao mesmo tempo incentivam esta visão egocêntrica, egoísta e vácua desta geração acabadinha de sair do forno. Talvez eu esteja a ficar velho e a soar como o meu pai. Lamento se não é cool. Mas esta merda enoja-me.»
Vão ser rebeldes pó caralho!
Anónimo (senão ainda vou dentro)...
quarta-feira, 20 de maio de 2009
No Coments...
Uma questão de tamanho...

O tamanho importa?
Claro que sim! Convençam-me do contrário, por favor!
Não me interpretem mal, tudo tem uma explicação…
Meus queridos, a nós mulheres pouco nos importa quantos cm tem o “aparato”, importa sim o que fazem ou não com ele. E é precisamente aí que está o cerne da questão.
Normalmente falo apenas por experiencia própria, mas neste caso, não só, mas também, uma vez que este assunto já foi amplamente discutido entre amigos (mais amigas que amigos) e as opiniões são unânimes.
Homem de pila grande não é grande coisa…
Vamos lá a ver… Um homem bem apetrechado é sempre um homem bem apetrechado, lá isso é verdade, mas o que lhe cresceu em “pendurezas” subtraiu-se-lhe ao cérebro (sem querer ofender!).
Porque um pilão acha (e falo por experiencia própria) que sexo é uma pila, e como ele a tem grandota, provavelmente a maior do grupo de amigos (ainda as medem no balneário da preparatória?!), só pode ser o melhor!
Se querem passar um mau bocado arranjem um pilão! Hão-de vê-lo (e senti-lo) literalmente a martelar como se as vossas abençoadas ratinhas fossem pregos! Isso aliado à mania de se armarem em actores porno… é desastroso!
Já um menos “abonado” não dá tanta importância à dita cuja e dedica algum tempo a outras coisas, outras formas de dar e receber prazer, tornando-se, no geral, numa experiencia bastante agradável…
Como em tudo, não há bela sem senão, nem regra sem excepção…
Aqui fica expressa apenas a minha opinião.
(Até rima!)
Oh God... Make me Good...
Claro que sim! Convençam-me do contrário, por favor!
Não me interpretem mal, tudo tem uma explicação…
Meus queridos, a nós mulheres pouco nos importa quantos cm tem o “aparato”, importa sim o que fazem ou não com ele. E é precisamente aí que está o cerne da questão.
Normalmente falo apenas por experiencia própria, mas neste caso, não só, mas também, uma vez que este assunto já foi amplamente discutido entre amigos (mais amigas que amigos) e as opiniões são unânimes.
Homem de pila grande não é grande coisa…
Vamos lá a ver… Um homem bem apetrechado é sempre um homem bem apetrechado, lá isso é verdade, mas o que lhe cresceu em “pendurezas” subtraiu-se-lhe ao cérebro (sem querer ofender!).
Porque um pilão acha (e falo por experiencia própria) que sexo é uma pila, e como ele a tem grandota, provavelmente a maior do grupo de amigos (ainda as medem no balneário da preparatória?!), só pode ser o melhor!
Se querem passar um mau bocado arranjem um pilão! Hão-de vê-lo (e senti-lo) literalmente a martelar como se as vossas abençoadas ratinhas fossem pregos! Isso aliado à mania de se armarem em actores porno… é desastroso!
Já um menos “abonado” não dá tanta importância à dita cuja e dedica algum tempo a outras coisas, outras formas de dar e receber prazer, tornando-se, no geral, numa experiencia bastante agradável…
Como em tudo, não há bela sem senão, nem regra sem excepção…
Aqui fica expressa apenas a minha opinião.
(Até rima!)
Oh God... Make me Good...
terça-feira, 5 de maio de 2009
O-X-E-S

Nunca tive "papas na língua" e o certo é que isso já me trouxe alguns dissabores... Isso aliado ao facto d falar, literalmente, "pelos cotovelos", tão a ver...
Um dos assuntos que mais prazer me dá falar (e não só!) é o famigerado SEXO! Esse (ainda) TABU para muito boa gente, a mim, dá-me pano para mangas... E deu-m fama de galdéria durante anos a fio. Isto por falar abertamente no assunto... Suponho que, se essas pessoas que me apelidaram, vissem o activo (LOL) ficariam completamente esclarecidas: sou, assumidamente, uma galdéria (e não é assim que deve ser?!).
Gosto e não tenho por que dizer que não! E tenho-o dito a muito boa menina, de muito boa família, as do "eu não!" que tanto adoro... "Querida, se não gostas algo se passa! O mais certo é seres uma grande mentirosa ou não teres ainda dado uma em condições, senão não dirias tamanha barbaridade!" (LOL)
Acredito que seja esse tal de pudor que as faz dizer "Eu Não!", ou a educação que tiveram, ou o medo de serem apontadas na rua... Enfim, a merda da pressão social exercida por pessoas que, tal como elas, também "fazem o amor" (podia fazer dissertações várias acerca desta expressão... talvez um dia o faça), também têm relações, também fodem, por amor de Deus!
A maior parte de nós(a inseminação artificial estraga o efeito poético do texto...) é fruto de um acto sexual (com ou sem Amor)...
Parem de se reprimir, de se sentir culpados por gostarem de uma coisa que faz naturalmente parte de nós, da nossa existência! O facto de assumir isso não faz de nós tarados sexuais ou ninfomaníacas!
O facto é que com o passar dos anos as pessoas que me rodeiam foram-se habituando ao à-vontade com o assunto e acabaram por fazer o mesmo... À questão da praxe responderei numa proxima oportunidade, mas gostava de deixar o desafio....
"O tamanho importa?"
segunda-feira, 30 de março de 2009
Eles Voltaren!
Os últimos dias têm sido complicados...
Demasiados "encontros imediatos" pra meu gosto!
De todos eles houve um que, de tão estúpido, tinha mesmo que falar nele! Como gostava que certas pessoas me surpreendessem... Mas não surpreendem... São demasiado previsíveis e isso tira toda a graça que o momento poderia vir a ter...
Voltaren pra vocês, meus caros! Compreendo que seja uma dor de cabeça muito grande eu não me ter afundado, não ter engordado 20Kg nem ter cortado os pulsos com o desgosto... Não! Sou a mesma de sempre, mantenho a alegria que sempre tive e assim é pra continuar!
Eles voltaram... Ou será... Eles Voltaren?!
"Agarrem-m que eu parto-lhe a cara!". Ninguém a segurou, mas ela também não se mexeu... E eu, como sempre, não cedi a provocações, se me querem dizer alguma coisa, sejam Homens ou Mulheres com letra grande e falem directamente... Aí sim, podia ser que alguém partisse a cara a alguém!
Voltaren, meus caros... Voltaren!!!
Demasiados "encontros imediatos" pra meu gosto!
De todos eles houve um que, de tão estúpido, tinha mesmo que falar nele! Como gostava que certas pessoas me surpreendessem... Mas não surpreendem... São demasiado previsíveis e isso tira toda a graça que o momento poderia vir a ter...
Voltaren pra vocês, meus caros! Compreendo que seja uma dor de cabeça muito grande eu não me ter afundado, não ter engordado 20Kg nem ter cortado os pulsos com o desgosto... Não! Sou a mesma de sempre, mantenho a alegria que sempre tive e assim é pra continuar!
Eles voltaram... Ou será... Eles Voltaren?!
"Agarrem-m que eu parto-lhe a cara!". Ninguém a segurou, mas ela também não se mexeu... E eu, como sempre, não cedi a provocações, se me querem dizer alguma coisa, sejam Homens ou Mulheres com letra grande e falem directamente... Aí sim, podia ser que alguém partisse a cara a alguém!
Voltaren, meus caros... Voltaren!!!
sexta-feira, 27 de março de 2009
Cómo quisiera poder vivir sin ti
"Cómo quisiera poder vivir sin aire
Cómo quisiera poder vivir sin agua
Me encantaría quererte un poco menos.
Cómo quisiera poder vivir sin ti
Pero no puedo, siento que muero,me estoy ahogando sin tu amor.
Cómo quisiera poder vivir sin aire
Cómo quisiera calmar mi aflicción
Cómo quisiera poder vivir sin agua
Me encantaría robar tu corazón.
Cómo pudiera un pez nadar sin agua?
Cómo pudiera un ave volar sin alas?
Cómo pudiera la flor crecer sin tierra?
Cómo quisiera poder vivir sin ti.
Cómo quisiera lanzarte al olvido
Cómo quisiera guardarte en un cajón
Cómo quisiera borrarte de un soplido
Me encantaría matar esta canción."
Maná
(a verdade escondida numa simples canção... como gostava...)
Cómo quisiera poder vivir sin agua
Me encantaría quererte un poco menos.
Cómo quisiera poder vivir sin ti
Pero no puedo, siento que muero,me estoy ahogando sin tu amor.
Cómo quisiera poder vivir sin aire
Cómo quisiera calmar mi aflicción
Cómo quisiera poder vivir sin agua
Me encantaría robar tu corazón.
Cómo pudiera un pez nadar sin agua?
Cómo pudiera un ave volar sin alas?
Cómo pudiera la flor crecer sin tierra?
Cómo quisiera poder vivir sin ti.
Cómo quisiera lanzarte al olvido
Cómo quisiera guardarte en un cajón
Cómo quisiera borrarte de un soplido
Me encantaría matar esta canción."
Maná
(a verdade escondida numa simples canção... como gostava...)
quinta-feira, 26 de março de 2009
Artigo Visão
Li isto e não podia deixar de o publicar...
"Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um
pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo
Criancinhas
A criancinha quer Playstation. A gente dá.
A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa.
A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente elimina-a da ementa e acaba tudo em
festim de chocolate.
A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umas tantas. Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o lado e ela incha.
A criancinha quer camisola adidas e ténis nike. A gente dá porque a criancinha tem tanto direito
como os colegas da escola e é perigoso ser diferente.
A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde. A gente senta-a ao nosso lado no sofá e passa-lhe o comando.
A criancinha desata num berreiro no restaurante. A gente faz de conta e o berreiro continua.
Entretanto, a criancinha cresce. Faz-se projecto de homem ou mulher.
Desperta.
É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada, semanada, diária. E gasta
metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda, jantares e bares.
A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por isso. Mas não se pode pressioná-la
porque ela já tem uma vida stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada.
A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta e tal, e torna-se mais exigente com os papás. Agora, já não lhe basta que eles estejam por perto. Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popó e numas férias à maneira.
A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o processo de independência
meramente informal. A rebeldia é de trazer por casa. Responde torto aos papás, põe a avó em
sentido, suja e não lava, come e não limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são
«uma seca».
Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo e umbiguismo. A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada. Sente-se vítima de violência verbal e etc e tal.
Em casa, faz queixinhas, lamenta-se, chora. Os papás, arrepiados com a violência sobre as
criancinhas de que a televisão fala e na dúvida entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do ordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duas bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».
A criancinha cresce. Cresce e cresce. Aos 30 anos, ainda será criancinha, continuará a viver na
casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário deles. Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí a fazer porcarias».
Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas em zonas problemáticas,
das famílias no fio da navalha?
Pois não, bem sei. Estou apenas a antecipar-me. Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao
hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo. E então teremos muitos
congressos e debates para nos entretermos."
Artigo publicado na revista VISÂO online
"Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um
pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo
Criancinhas
A criancinha quer Playstation. A gente dá.
A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa.
A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente elimina-a da ementa e acaba tudo em
festim de chocolate.
A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umas tantas. Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o lado e ela incha.
A criancinha quer camisola adidas e ténis nike. A gente dá porque a criancinha tem tanto direito
como os colegas da escola e é perigoso ser diferente.
A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde. A gente senta-a ao nosso lado no sofá e passa-lhe o comando.
A criancinha desata num berreiro no restaurante. A gente faz de conta e o berreiro continua.
Entretanto, a criancinha cresce. Faz-se projecto de homem ou mulher.
Desperta.
É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada, semanada, diária. E gasta
metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda, jantares e bares.
A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por isso. Mas não se pode pressioná-la
porque ela já tem uma vida stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada.
A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta e tal, e torna-se mais exigente com os papás. Agora, já não lhe basta que eles estejam por perto. Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popó e numas férias à maneira.
A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o processo de independência
meramente informal. A rebeldia é de trazer por casa. Responde torto aos papás, põe a avó em
sentido, suja e não lava, come e não limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são
«uma seca».
Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo e umbiguismo. A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada. Sente-se vítima de violência verbal e etc e tal.
Em casa, faz queixinhas, lamenta-se, chora. Os papás, arrepiados com a violência sobre as
criancinhas de que a televisão fala e na dúvida entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do ordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duas bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».
A criancinha cresce. Cresce e cresce. Aos 30 anos, ainda será criancinha, continuará a viver na
casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário deles. Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí a fazer porcarias».
Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas em zonas problemáticas,
das famílias no fio da navalha?
Pois não, bem sei. Estou apenas a antecipar-me. Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao
hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo. E então teremos muitos
congressos e debates para nos entretermos."
Artigo publicado na revista VISÂO online
quinta-feira, 5 de março de 2009
Mau Tempo!
Começo a ficar chateada!!!
O meu telelé não parou de tocar a manhã inteira e tou a pensar seriamente ver-me livre dele!!! É que isto dos alertas de mau tempo, a mim, afectam-me profundamente! Há uma dúzia de engraçadinhos que fazem logo piada: "miúda, o melhor é não saires de casa hoje... Esperam-se rajadas de vento na ordem dos 100Km/h. Com esse peso, a essa velocidade, o mais certo é levantares voo, e não te queremos perder..."
Há gente muito mazinha...
O meu telelé não parou de tocar a manhã inteira e tou a pensar seriamente ver-me livre dele!!! É que isto dos alertas de mau tempo, a mim, afectam-me profundamente! Há uma dúzia de engraçadinhos que fazem logo piada: "miúda, o melhor é não saires de casa hoje... Esperam-se rajadas de vento na ordem dos 100Km/h. Com esse peso, a essa velocidade, o mais certo é levantares voo, e não te queremos perder..."
Há gente muito mazinha...
terça-feira, 3 de março de 2009
Grande Confusão
Há alturas na vida em que parece não haver opções... Nem uma única porta se abre, por muitas vezes que tentemos.
Outras há em que as alternativas são aos molhos, umas atrás das outras... E de repente já não são apenas portas, também janelas se abrem...
Palavra de honra que não sei o que é melhor! Se é cingirmo-nos ao que temos por não haver mais nada, se é ter que fazer opções (por vezes muito, muito difíceis!)
Outras há em que as alternativas são aos molhos, umas atrás das outras... E de repente já não são apenas portas, também janelas se abrem...
Palavra de honra que não sei o que é melhor! Se é cingirmo-nos ao que temos por não haver mais nada, se é ter que fazer opções (por vezes muito, muito difíceis!)
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